segunda-feira, 22 de julho de 2013

SEMANA MISSIONÁRIA - JMJ

SEMANA MISSIONÁRIA - JMJ

Em parceria com as Missionárias Servas do Espírito Santo - SSpS

Comunidades das Paróquias Sto. Alberto Magno e Sta. maria Gorette (Butantã) reunidas numa NOITE CULTURAL, com música, comida e capoeira; abraçando os JOVENS dessas comunidades e os peregrinos do 

SENEGAL !










sexta-feira, 19 de julho de 2013

Panorama da evolução da violência dirigida contra os jovens

2013 | Homicídios e Juventude no Brasil

2013 | Homicídios e Juventude no Brasil

Panorama da evolução da violência dirigida contra os jovens no período compreendido entre 1980 e 2011, analisando os dados de Estados, Capitais e Municípios, aprofundando nas questões de gênero e de raça/cor das vítimas.

VEJAM  OS ARQUIVOS COMPLETOS clicando  NO LINK ABAIXO !!!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Fotos - JMJ - Semana Missionária na Par. Sto. Alberto Magno - Butantã

Comunidade da Paróquia Sto. Alberto Magno (Butantã) reunida num café da manhã, para receber jovens peregrinos do 

SENEGAL !

Em parceria com as Missionárias Servas do Espírito Santo - SSpS


























UMA NOVA VIDA NO SERVIÇO DE DEUS


Querido JOVEM; queridos amigos e amigas missionários:

Em tempos de JMJ; de manifestações nas ruas contra profundas injustiças e aberrações humanas e sociais; e de tanta violência, um texto me chamou muito a atenção e me tocou profundamente esta semana.

É um tanto quanto longo, mas vale muito a leitura e o aprofundamento, sobretudo numa linguagem mais moderna e acessível, a fim de UMA NOVA VIDA NO SERVIÇO DE DEUS:

"Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus, como sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é uma verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Desu. Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim, vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele.

Por causa da bondade de Deus para comigo, me chamando para ser apóstolo, eu digo a todos vocês que não se achem melhores do que realmente são. Ao contrário, pensem com humildade a respeito de vocês mesmos. cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu. Porque, assim como em um só corpo temos muitas partes, e todas elas têm funções diversas, assim também nós, embora embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos uns com os outros, como partes diferentes de um só corpo. Portanto usemos os nossos diferentes dons de acordo com a graça que Deus nos deu. Se o dom que recebemos é o de anunciar a mensagem de Deus, façamos isso de acordo com a fé que temos. Se é o dom de servir, então devemos servir; se é o de ensinar, então ensinemos; se é o dom de animar os outros, então animemos.

Quem reparte com os outros o que tem, que faça isso com generosidade. Quem tem autoridade, que use-a com todo o cuidado. Quem ajuda os outros, que ajude com alegria.

QUE O AMOR DE VOCÊS NÃO SEJA FINGIDO. Odeiem o mal e sigam o que é bom. Amem uns aos outros com o amor de irmãos em Cristo e se esforcem PARA TRATAR UNS AOS OUTROS COM RESPEITO. Trabalhem com entusiasmo e não sejam preguiçosos. Sirvam o Senhor com o coração cheio de fervor. Que a esperança que vocês têm os mantenha alegres. 

AGUENTEM COM PACIÊNCIA OS SOFRIMENTOS E OREM SEMPRE.

REPARTAM COM OS IRMÃOS NECESSITADOS O QUE VOCÊS TÊM E RECEBAM OS ESTRANGEIROS NAS SUAS CASAS.

PEÇAM QUE DEUS ABENÇOE OS QUE PERSEGUEM VOCÊS. Sim, peçam que Ele abençoe, e não que amaldiçoe. Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram. Tenham por todos o mesmo cuidado. Não sejam orgulhosos, mas aceitem serviços humildes. Que nenhum de vocês fique pensando que é sábio.

Não paguem a ninguém o mal com o mal. Procurem agir de tal maneira que vocês recebam a aprovação dos outros. No que depender de vocês, façam todo possível para viver em paz com todas as pessoas. Meus queridos irmãos, NUNCA SE VINGUEM DE NINGUÉM, pelo contrário, deixem que seja Deus quem dê o castigo. Pois as escrituras dizem:

"Eu me vingarei, eu acertarei contas com eles, diz o Senhor".

Façam como dizem as escrituras:

"Se o seu inimigo estiver com fome, dê comida a ele; 
se estiver com sede, dê água.
Porque assim você o fará queimar
de remorso e vergonha."

NÃO DEIXEM QUE O MAL VENÇA VOCÊS, MAS VENÇAM O MAL COM O BEM."

(Romanos, capítulo 12).

terça-feira, 16 de julho de 2013

Juventude católica - pesquisa e reportagem da revista ISTO É

A nova juventude católica brasileira


O jovem fiel que receberá o papa no Brasil não se dedica mais só 

à espiritualidade. 


Ele defende uma agenda social, quer acabar 

com a pobreza e discute tabus

Rodrigo Cardoso e João Loes
ISTOÉ Online conversou com alguns jovens que irão participar da jornada. Assista ao vídeo:
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Na próxima semana, o papa Francisco irá desembarcar no Brasil e dirá, em Aparecida e no Rio de Janeiro, o que o catolicismo espera dos jovens. O pontífice encontrará no País, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontece entre os dias 22 e 29 deste mês, fiéis diferentes dos encontrados pelos dois últimos papas. Após um longo período de preponderância da experiência religiosa individual, ganha impulso agora o engajamento social. Com suas bandeiras e expectativas de transformações nas áreas de saúde e educação, respeito às diferenças, diminuição da violência e fortalecimento de uma economia mais solidária, a nova juventude católica brasileira busca eco na palavra do papa que prega a humildade e o amor ao próximo.
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UNIÃO
A chegada da Cruz Peregrina ao Rio para a Jornada Mundial da
Juventude, que vai reunir 2,5 milhões de pessoas: a formação
humanística do papa casa com os anseios dos jovens
“O jovem, agora, quer saber mais da sua Igreja, procura uma que o escute e o ajude na formação religiosa e humana dele”, diz o paulista Leonardo Cavalcante, 23 anos, que estará na Jornada. O papa Francisco está informado sobre a juventude brasileira. Na Semana Santa, autoridades religiosas do País estiveram em Roma e entregaram a ele uma edição especial da revista “Jovens Conectados”. ISTOÉ teve acesso ao trabalho. Por meio dela, o pontífice pôde conhecer o funcionamento da maioria das cerca de 60 comunidades de evangelização da juventude de expressão nacional. As manifestações organizadas por estudantes em junho também ressoaram no Vaticano. A cúpula da Igreja modificou trechos dos discursos de Francisco para o evento no Brasil. Aqui, o pontífice deverá dialogar e apontar caminhos para a juventude que quer se alimentar na palavra de Deus não apenas para cuidar da espiritualidade, mas para ajudar a mudar o mundo, exatamente como faz Cavalcante. Aluno do curso de engenharia de gestão em uma faculdade pública do ABC paulista, ele, hoje, segue a linha jesuíta de reflexão e ação – a mesma do papa – depois de também ter frequentando grupos de oração da Renovação Carismática, denominação de cunho mais festivo, que esbanja alegria, canta e agita os braços em celebrações. A atuação do universitário agora é voltada para a denúncia do que está errado e para a luta por uma sociedade mais justa e igualitária.
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TRANSFORMAÇÃO
Fiéis de todo o Brasil irão para a Jornada: jovens querem agenda mais social
O jovem estudante, que pertence à pastoral universitária, viajou para a Argentina (três vezes) e para o Chile, para promover o bem e a igualdade em comunidades carentes por meio de um projeto chamado Mãos à Obra. Fez o mesmo aqui no Brasil. O trabalho funciona da seguinte forma: um grupo de universitários desembarca em um local onde a pobreza impera e ali eles colocam suas habilidades profissionais em prática, construindo e reformando bibliotecas e paróquias, ministrando palestras sobre saúde e direitos humanos ou realizando consultas odontológicas. “A juventude quer colocar mais a mão na massa, mostrar que pode transformar o mundo”, diz ele, que é colaborador voluntário do setor universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
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EXPECTATIVA
No Santuário de Aparecida, visitantes já
encontram imagens do papa nas lojas de suvenir
Atualmente, o jovem católico que quer transformar a sociedade está ligado à Pastoral da Juventude (PJ), majoritariamente, e também às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). As CEBs eram o único espaço viável para quem tinha uma ação política e social entre os anos 1960 e 1980, mas perderam importância nos dois últimos pontificados e com a redemocratização do País. Agora, à luz dessas novas demandas dos fiéis, elas ganham impulso. Segundo a CNBB, em 1995 havia 70,5 mil comunidades eclesiais em funcionamento no País. Com o crescimento do número de paróquias, o número de CEBs saltou para 107 mil. Os irmãos paulistanos Pedro Romero, 16 anos, e Taynah Romero, 20, são exemplo disso. A mãe deles teve sua formação religiosa dentro da CEB do bairro do Belém, na zona leste de São Paulo, onde havia grande envolvimento de leigos e uma ampla agenda social. Hoje, eles também participam da CEB, mas dão vazão aos desejos de engajamento, sobretudo a partir do que propõe a PJ. Nos encontros dos quais participam, eles discutem assuntos como família, educação e segurança e traçam estratégias para que suas demandas sejam ouvidas e colocadas em prática. “Fomos às manifestações do Movimento Passe Livre (MPL) e apresentamos uma de nossas bandeiras – a rejeição aos projetos de redução da maioridade penal”, explica Taynah. “Vamos além da espiritualidade.”
Priscila Naves, 21 anos, articuladora nacional da PJ Estudantil, explica que essa vontade de ir além e atuar no campo social tendo a fé como balizador moral é um dos desejos da Pastoral para todos os seus membros. “É o resultado do que chamamos de educação libertadora”, diz. Essa formação começa aos dez anos, com discussões que ajudam na construção do caráter e da identidade da criança. Com o tempo e o acompanhamento da PJ, o adolescente começa a se perceber no contexto de sua família, escola, bairro, cidade e país. “Trabalhamos para que o jovem tenha uma visão crítica do mundo e que, a partir disso, proponha mudanças”, explica.
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ENGAJADO
"A juventude quer colocar mais a mão na massa,
mostrar que pode transformar o mundo"
,
diz Cavalcante
O fato de o papa atual ter um forte discurso social – diferentemente de seus antecessores João Paulo II e Bento XVI, época em que a Igreja concentrou forças no Vaticano e retirou poder de bispos que faziam a opção pelos pobres – casa com os anseios do jovem católico de hoje. A pesquisa “Religião e Sociedade” publicada em 2011, na qual foram ouvidos 700 brasileiros entre 15 e 24 anos religiosamente ativos, revelou que 65,9% dos fiéis da Igreja de Roma acabariam com a miséria e a pobreza (leia quadro ao lado) se, num passe de mágica, pudessem mudar algo no País. Eles também destacaram a solidariedade como o valor mais importante para a sociedade.
Na opinião da socióloga Silvia Fernandes, coordenadora da pesquisa, atualmente a juventude busca novos caminhos de participação social que não passam necessariamente por instituições. “Mas ela pode considerá-la se estas se configuram em espaço de aceitação e realização do jovem que deseja se perceber ativo socialmente”, diz ela, que é professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Está aí uma grande oportunidade para a Santa Sé recuperar prestígio e tentar conter a sangria do grupo de fiéis que representa o futuro da religião. Entre 2000 e 2010, segundo o IBGE, a população católica entre 15 e 29 anos diminuiu 7,1%.
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PREPARATIVOS
Enquanto em Copacabana (acima) o palco que receberá o papa está quase pronto,
em São Paulo os irmãos Pedro e Taynah (abaixo) ensaiam a participação na JMJ
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O carioca Rodolfo Viana, 28 anos, crismado na catedral metropolitana do Rio de Janeiro, afastou-se do catolicismo por dois anos depois de ser praticamente expulso da Renovação Carismática, um dos 61 movimentos de evangelização da juventude computados pela CNBB. Motivo: um de seus coordenadores descobriu que Viana tinha um namorado. “Como não conseguia ser ex-gay, me tornei ex-católico”, diz. Ele só retornou à religião ao conhecer o Diversidade Católica, um grupo de gays católicos que se reúne a cada 15 dias – e que conta com a colaboração de padres e teólogos – para conciliar as identidades religiosa e sexual, numa demonstração de que tabus, como a homossexualidade, agora encontram espaço para discussão entre os fiéis. “Hoje, não sou mais vítima da Igreja, que faz parte da minha cultura e formação moral. Bater o pé e não sair do banco do catolicismo é fazer política. Do contrário, estaria me amputando”, diz Viana.
O jesuíta Francisco é um papa que critica a corrupção, o neoliberalismo e defende o direito dos pobres. Adota um posicionamento de esquerda nas questões sociais. Ele sabe que ao não aceitar o livre arbítrio da juventude a Igreja deixa de evangelizar muitos fiéis. Durante a Jornada, o Diversidade Católica irá promover, na UNIRio, um encontro para que jovens católicos homossexuais contem como vivem a sua identidade religiosa. Há uma expectativa em torno do que o pontífice dirá aos jovens sobre os assuntos doutrinários, como o segundo casamento, a ordenação feminina e, principalmente, sexo. Desde o Concílio de Trento, no século XV, onde se reforçou, só para dar um exemplo, o celibato de padres, a Igreja não muda o discurso sobre a sexualidade. Conservador em temas morais, Bergoglio não deverá ousar nessa seara, segundo estudiosos.
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Mas o argentino costuma quebrar protocolos. Já disse, inclusive, que o cristão tem de ser revolucionário, ir contra a corrente. Foi ele quem fez as pessoas voltarem novamente os olhos para o catolicismo, que se encontrava desacreditado e manchado pelos escândalos de pedofilia. Tem, portanto, grande capacidade de atrair a juventude, inquieta por natureza e, atualmente, com anseio de viver sua fé com justiça social.
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Fotos: Guito Moreto/Ag. O Globo; Kelsen Fernandes 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

FAMÍLIAS - CURSO DE EXTENSÃO

CURSO DE EXTENSÃO:
TRABALHANDO COM FAMÍLIAS: REFLEXÕES SOBRE A FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA, INTERGERACIONALIDADE E CICLO VITAL

OBJETIVOS DO CURSO:
Por meio da reflexão sobre novos conhecimentos pertinentes ao funcionamento familiar, oferecer aos profissionais que trabalham com famílias, ampliação das possibilidades de atuação em suas respectivas áreas.

PROGRAMA DO CURSO:
- A família como um sistema;
- Reflexões sobre a família e suas diversas;
- Configurações na contemporaneidade;
- Noções sobre ciclo vital;
- Relações familiares e intergeracionalidade;
- Uso e aplicação do genograma.

PROFESSORA MEDIADORA:
Teresinha Elisete Coiahy Rocha de Macedo - CRP 06/21030-5
Psicóloga Clínica; Especialista em Administração Hospitalar e em Psicopedagogia; Aprimoramento em Terapia Familiar e de Casal e em Grupo Interdisciplinar de Pais pela Clínica Psicológica "Ana Maria Poppovic" da PUC/SP; Mestre e doutoranda em Psicologia Clínica - Núcleo de Família e Comunidade da PUC/SP.

PROFESSORA MEDIADORA AUXILIAR:
Nilcéia Besse Valim de Albuquerque - CRP 06/45.355
Psicóloga clínica, especialização em psicopedagogia,  pós graduação em Avaliação Psicológica, trabalha com dificuldades de aprendizagem, trabalha com crianças, adolescentes, adultos, casais, trabalha com psicologia comportamental cognitiva, com formação psicanalítica.

PÚBLICO: 
Destinado a profissionais que trabalham com famílias em diferentes contextos e áreas, tais como: psicólogos, assistentes sociais; advogados, professores, psicopedagogos; educadores e estudantes das áreas citadas.

CARGA HORÁRIA:
14 horas, sendo divida em dois encontros de 07 horas cada.

HORÁRIO:
Das 09h às 16h.

DATAS: 
Dias 10 e 17 de agosto de 2013 (sábados).

INVESTIMENTO: 
R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais) à vista ou em até duas parcelas de R$ 75,00 (setenta e cinco reais).

LOCAL: 
Consultório de Psicologia, situado à Rua Cristiano Angeli, 1815, Alves Dias, São Bernardo do Campo/SP - Referência: Esquina com a Av. Humberto Alencar Castelo Branco, altura do nº 3.400, próximo à Faculdade FEI. Telefone: (11) 3423-8691.

CERTIFICAÇÃO:
Serão emitidos certificados de participação.

INSCRIÇÕES: 
Entrar em contato com Nilcéia pelo telefone: (11) 3423-8691 e pelo e-mail:nilceiavalim@bol.com.br
Encaminhar os seguintes dados para inscrição:
1. Nome
2. Idade
3. Formação
4. E-mail
5. Telefones de contato
6. Área em que trabalha
7. Escrever porque quer estudar "FAMÍLIA E INTERGERACIONALIDADE E CICLO VITAL NA VISÃO SISTÊMICA"
8- Fazer depósito no Banco: Itaú. Agência: 1690 Conta Poupança: 22773-9/500 (R$ 150,00 à vista ou em duas vezes de R$ 75,00 reais).

quarta-feira, 10 de julho de 2013

REDES - PUBLICAÇÃO MENSAL

Esta é uma publicação mensal da REDES, que é a entidade (associação/ONG) responsável pela gestão e organização de ações sociais da Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo.

O texto fala sobre viver a dimensão da "JUPIC" em nossas vidas cotidianas.

"JUPIC" é a sigla utilizada para "Justiça, Paz e Integridade da Criação".

Boa leitura para vocês !



Publicação Mensal REDES
Julho de 2013



Queridas Irmãs,
Nós, Missionárias Servas do Espírito Santo, e todos os leigos e as leigas que abraçam nossa espiritualidade e carisma, especialmente os (as) Missionários (as) Leigos (as) do Deus Uno e Trino e colaboradores (as) que trabalham diretamente conosco, além de assumirmos a dimensão da Justiça e Paz e Integridade da Criação (JUPIC) como parte essencial de nossa vida e missão, comprometemo-nos em tornar JUPIC nosso estilo de vida. Por isso, apresentamos alguns elementos de reflexão para entendermos melhor o alcance deste compromisso.
JUPIC como estilo de vida
No I Seminário Internacional de JUPIC SSpS, que aconteceu em Steyl (Holanda), em outubro do ano passado, aprofundando os diversos aspectos de nossa espiritualidade, vida e missão,  sentimo-nos interpeladas a vivenciar os valores do Evangelho, a partir de uma nova perspectiva e compreensão de JUPIC no mundo de hoje.
Percebemos como os princípios de JUPIC estão enraizados em nossa Espiritualidade Missionária e Trinitária e como estes deveriam se manifestar em nossas relações com Deus, conosco mesmas, com as outras pessoas e com a Criação. Jesus, em sua paixão pelo Reino de Deus e seus valores, é nosso modelo de JUPIC.
Por isso, somos convidadas (os) a um olhar contemplativo para os Evangelhos e perceber nas atitudes, gestos e palavras de Jesus, seu amor compassivo e seu compromisso com a Justiça, a Paz e a Integridade da Criação, especialmente na maneira como acolheu os pobres, as mulheres, as crianças, os enfermos e todos quantos sofriam as consequências de um sistema injusto e opressor.
Mas, concretamente, para nós hoje, o que significa tornar JUPIC nosso estilo de vida? Vejamos os compromissos assumidos pelo Seminário Internacional a partir das Diretrizes da nossa Congregação:
·         Trabalhar para que JUPIC esteja integrada em todas as nossas comunidades e ministérios;
·         Cuidar da Integridade da Criação;
·         Optar, conscientemente, pela não violência;
·         Responder criativamente às realidades de nosso tempo onde a vida está ameaçada;
·         Trabalhar em rede dentro de nossas Províncias/Regiões, com as SSpS da Adoração Perpétua, com a Sociedade do Verbo Divino, com VIVAT Internacional, com leigos(as) e outras organizações.
Cada um dos pontos acima merece aprofundamento e estudo, o que desejamos fazer futuramente por intermédio de encontros, cursos e seminários. De imediato, gostaríamos de oferecer algumas pistas para, desde já, vivenciarmos em nosso dia a dia o compromisso com JUPIC e, aos poucos, mudarmos nossas atitudes e práticas, convertendo-nos cada vez mais ao Evangelho de Jesus até que JUPIC se torne, de fato, nosso estilo de vida.
Integrar JUPIC em nossas comunidades e ministérios
Integrar JUPIC em nossa vida é muito mais do que fazer atividades ou trabalhos relacionados a questões de JUPIC. Significa, em primeiro lugar, alargar o nosso olhar e passar a ver o mundo, as situações, as pessoas e tudo o que acontece ao nosso redor na perspectiva da justiça, da construção da paz e do cuidado com a natureza, que inclui toda a criação. Isto implica um grande amor a tudo o que Deus criou e, quem ama, cuida. Portanto, o cuidado com a vida, especialmente nas situações onde esta se encontra ameaçada, é a consequência direta da integração de JUPIC em nossa vida.
Nem sempre podemos fazer atos grandiosos em defesa da vida, mas sempre podemos rezar pelas pessoas que sofrem e pela transformação das situações de injustiça que promovem a violência e destroem a vida. Também podemos cuidar da vida tratando bem as pessoas, respeitando seus direitos, combatendo toda forma de discriminação e exclusão, escutando-as em suas necessidades e ajudando-as conforme nossas possibilidades.
Cuidar da Integridade da Criação
Outra maneira de cuidar da vida é respeitando o meio ambiente, usando conscientementeos seus recursos, tais como a água, a energia elétrica, os diversos tipos de combustíveis e tudo o mais que necessitamos, evitando o desperdício, a acumulação, a produção indevida de lixo e, sempre que possível, favorecer a reciclagem e a coleta seletiva do mesmo.  
Optar pela não violência
Carregamos a violência dentro de nós e participamos do círculo vicioso que gera mais violência. Vivemos mergulhados numa cultura violenta que incentiva e reproduz a violência, de forma que nos alimentamos dela muitas vezes sem nem mesmo perceber. Basta observar as músicas, os filmes, os programas de televisão, os jogos e as brincadeiras de criança.
Quebrar esse círculo vicioso não é fácil, mas é possível. Como seres humanos, não somos condenados à violência, mas chamados a construir um mundo de paz. Para superar a violência, é preciso promover a justiça e o acesso aos direitos humanos. A maior parte das situações de violência é gerada pela desigualdade e injustiça social. Não é possível viver em paz e segurança onde há pessoas que passam fome, que não têm emprego nem acesso à saúde, à educação e ao lazer.
A não-violência é uma atitude de vida muito diferente da passividade e tem como objetivo, seja qual for a situação, intervir sem uso de violência para construir relações de paz. Calar-se diante da injustiça, por medo de encarar os conflitos, é covardia e omissão e reforça ainda mais a violência.
Jesus é nosso exemplo na opção pela não violência. Sua vida inspirou muitos outros, cristãos e não cristãos a seguir por este caminho, como o próprio Gandhi e Luther King. Como toda violência tem sua origem no coração humano, é lá que temos que começar a construir a paz, a nos educar e converter para a paz. Observemos nossos relacionamentos e veremos que há muito que podemos fazer para construir a paz.
Responder criativamente à realidade
Em geral, em vez de responder às situações que nos desafiam, nós reagimos com atitudes de defesa ou de ataque, o que gera agressão e violência. Responder criativamente exige de nós uma atitude de liberdade interior e capacidade de interagir com as pessoas e com as situações a partir dos nossos valores e não necessariamente de nossos sentimentos, pré-conceitos ou julgamentos.
Para isso, necessitamos ampliar a nossa visão além de nossos interesses pessoais e abrir-nos a tudo aquilo que representa o bem comum ou os interesses da comunidade, da coletividade, de toda a humanidade.
Quando olhamos a complexidade do mundo em que vivemos, com todos os seus problemas, guerras, corrupção, violência, problemas sociais e tudo o mais, somos tentadas (os) a nos sentir impotentes e incapazes de fazer qualquer coisa. Esquecemos que os problemas globais e em nível macro também estão presentes nas situações locais e no nível mais próximo de nós. Talvez não poderemos influenciar diretamente nas políticas internacionais, mas podemos fazê-lo em nível local, a partir do nosso próprio testemunho e compromisso pessoal e comunitário.
Se a nossa presença estiver impregnada dos valores do Evangelho, faremos diferença onde quer que estejamos. E quanto mais criativas (os) formos, mais diferença faremos. Se não pudermos mudar o mundo, comecemos a transformar nossa realidade interior, a qualidade dos nossos relacionamentos, a coerência entre aquilo que acreditamos e fazemos e, com criatividade, pelo menos, o mundo ao nosso redor será melhor.
Trabalhar em rede
Tudo no universo funciona porque está organizado em redes de relações que começam das mais simples, como os micro-organismos, até as mais complexas, como a infinidade de estrelas que há no céu. É do equilíbrio e da colaboração entre todos os seres que a vida se mantém e o cosmo se expande.
Cada vez mais estamos descobrindo maneiras mais eficazes de ser no mundo e o trabalho em rede é uma delas. Nossa cabeça foi educada pelo sistema capitalista e neoliberal. Assim,  cada qual tem que alcançar o máximo de lucro à custa do prejuízo dos demais. Esta lógica é perversa e está levando à destruição os seres humanos e o Planeta.
Ao contrário, o trabalho em rede parte de outra lógica, a da colaboração para o bem de todos. Ninguém precisa sair perdendo. Quando cooperamos uns com os outros, todas as pessoas se beneficiam e também o meio ambiente.
Isoladamente somos fracas (os) e sem expressão. Quando nos unimos às outras pessoas e organizações, nos tornamos fortes e capazes de intervir na realidade em que estamos inseridas (os) e provocar transformações.
Trabalhar em rede exige mudança dos nossos paradigmas e aprender uma nova cultura, muito mais próxima dos valores do Evangelho. Significa superar nossa tendência à competição e somar nossas forças com todos aqueles e aquelas que acreditam nos mesmos valores e lutam pelas mesmas causas. Significa melhorar a qualidade do nosso diálogo, superar nossos preconceitos e abrir-nos a quem pensa diferente. Numa sociedade em rede todos são importantes e necessários. Ninguém é melhor ou pior que os demais. Cada indivíduo, cada grupo, cada organização, em suas diferenças e particularidades tem muito a contribuir com o todo.
Conclusão
Estas são algumas reflexões que acreditamos possam nos ajudar a tornar JUPIC nosso estilo de vida. Para concluir, apresentamos algumas perguntas para a reflexão pessoal, em comunidade ou em grupo, de acordo com a possibilidade de cada irmã ou leigo (a):
1.      O que posso fazer para que JUPIC se torne cada vez mais parte de minha vida pessoal, comunitária e da minha presença nos locais onde atuo?
2.    Dos pontos apresentados acima, qual gostaria de dar prioridade no meu dia a dia? Por quê? De que maneira?


Ir. Ana Elídia Neves e Ir. Maria Aparecida Ribeiro

Santa Missa em memória do menino boliviano assassinado


Pessoal, segue abaixo convite para as juventudes e os demais que puderem comparecer !
D. Odilo presidirá a Santa Missa em memória do menino BryanYanarico Capcha, de 5 anos de idade, que foi assassinado no dia 28 de junho, na região de São Mateus, durante um assalto. 

A missa será na Catedral da Sé, no dia 11 de julho, quinta-feira, às 12h. A missa será também em solidariedade a todos os bolivianos e estrangeiros que vêm para o Brasil buscar uma vida melhor e são, muitas vezes, explorados.

Vídeo IMPERDÍVEL: "Imperialismo cultural: a agenda de direitos sexuais"



"Imperialismo cultural: a agenda de direitos sexuais" é um documentário muito forte que desmascara como as nações ocidentais que fazem doações estão agora usando sua assistência financeira como arma para forçar nações menores a sujeitar-se à radical agenda de direitos sexuais.


Vejam o vídeo no youtube (link abaixo):





segunda-feira, 8 de julho de 2013

Damasceno: Crescimento de evangélicos impulsiona despertar da Igreja Católica

Larissa     Leiros      Baroni

06/07/2013

Do UOL, em Aparecida (SP)

Em entrevista exclusiva ao UOL, a poucos dias da chegada do papa Francisco ao Brasil, dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), disse que o crescimento de evangélicos no Brasil e no mundo impulsionou um "despertar" da Igreja Católica, que, na opinião dele, estava "acomodada".

PAPA FRANCISCO EM APARECIDA

  • Aparecida espera que visita do papa Francisco bata recorde de fiéis
  • Veja qual será o cronograma da visita do papa à Aparecida
  • Argentino retorna a Aparecida (SP) como papa após seis anos
"Talvez nós tenhamos nos acomodado e pode ser que o crescimento do movimento neopentecostal tenha nos feito acordar, nos despertar para a nossa verdadeira missão", disse ele, que ressaltou, no entanto, o aumento da qualidade dos católicos. "Os praticantes são muito mais coerentes com suas práticas e praticam sua fé de modo mais convencido. Isso é muito positivo."
No Brasil, ao mesmo tempo em que o número de evangélicos aumentou 61,45% em 10 anos, a comunidade católica sofreu uma queda de 1,3% no índice de fieis no mesmo período. É o que aponta o último Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões. Ainda assim o país ainda segue com maioria católica. O número de católicos foi de 123,3 milhões em 2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros.
Ainda assim Damasceno diz que a eleição do papa Francisco trouxe uma esperança para a comunidade brasileira e mundial. "Gerou muita esperança na Igreja Católica, uma expectativa muito positiva. Mas é muito difícil quantificar essa mudança no aumento do número de fiéis. O que a gente percebe ouvindo e vendo é que há uma expectativa positiva, alegre e esperançosa para o seu pontificado", complementou o presidente da CNBB, que ressalta o acolhido do pontífice, principalmente pela capacidade de atração que o argentino naturalmente tem.
"E isso tem sido comprovado com o aumento de romeiros e visitantes em Roma. O número de peregrinos está aumentando cada vez mais, sobretudo nas audiências públicas de quarta-feira e no Angelus, no domingo. Estão falando em cerca de 200 mil pessoas por semana". Esse poder de atração é justificado por Damasceno, principalmente por causa de sua simplicidade e a sua informalidade que o aproximam do povo. 

FOTOS

  • Veja os países que já receberam edições internacionais da Jornada Mundial da Juventude
  • Veja as cidades brasileiras já abençoadas por papas 
Mas o arcebispo brasileiro relaciona a eleição do papa Francisco à reaproximação da Igreja Católica ao sua missão. "A igreja existe para evangelizar. O que significa que a igreja deve cuidar daqueles que a frequentam, que participam da vida das nossas comunidades, mas que também precisa sair ao encontro dos que estão distantes." Ele, no entanto, afirma que a mudança da postura da comunidade católica nada tem a ver com o crescimento da Igreja Evangélica.
"Não é uma resposta aos evangélicos. Fazemos isso por questão de missão, de objetivo, de finalidade. Muitas vezes nós nos acomodamos e precisamos sair desse comodismo. Isso está muito claro na visão do papa Francisco", completou dom Damasceno, que garantiu que a Igreja Católica não pretende discriminar ninguém, apesar de não concordar com certos comportamentos da atualidade, tais como o casamento gay, a eutanásia e o divórcio.
A igreja, como ele apontou, não discrimina pessoas, "mas não pode concordar com certas posições que se opõe ao seu ensinamento ético". "Não podemos equiparar um casamento com duas pessoas do mesmo sexo com outro entre um homem e uma mulher. Não é mesma coisa. Com todo respeito aos que optam por esse caminho. A igreja também não pode aprovar a eutanásia, porque a vida é um dom de Deus. A igreja não pode aprovar o divorcio e não pode dizer que o divorcio é um caminho normal, embora respeite quem fez essa opção", exemplifica.
Mesmo assim quase metade dos casais homossexuais brasileiros (47,4%) se autodeclaram católicos, segundo dados do Censo Demográfico 2010 divulgados pelo IBGE.