terça-feira, 14 de maio de 2013

46º Encontro dos Missionários Leigos do Deus Uno e Trino !


Bom dia, amigos e amigas.

O 46º Encontro dos Missionários Leigos do Deus Uno e Trino de São Paulo foi muito abençoado ! Como ocorre usualmente, foi realizado no convento Santíssima Trindade - CONGREGAÇÃO DAS MISSIONÁRIAS SERVAS DO ESPÍRITO SANTO.

Demos continuidade ao nosso estudo bíblico, com o terceiro roteiro contido no livro "A Leitura Orante da Bíblia". Lemos o segundo trecho bíblico; o capítulo 52, versículos 1 a 12, do livro de Isaías (Antigo Testamento). No início, demorou para a turma se sentir à vontade... Porém, com o transcorrer do encontro, tudo passou a fluir de forma muito natural e gostosa, com momentos de oração, reflexão, partilha e bate papo informal.

Estiveram presentes no encontro Ana Elídia, Fabrícia, Manoel, Vinicius, Raiano Abreu, a pequena Thábata (missionária mirim - filha de Fabrícia e Vinicius), Maria José e Andréia (veja, as fotos em anexo). Essas três últimas, aliás, foram felizes surpresas para o grupo ! A Andréia e a Maria José já participam conosco da REDE de Jovens Missionários - projeto com jovens das MSSPS, sendo que aquela já participou de alguns encontros dos MLDUT. 

Obrigadíssimo a todos os que compareceram e que acompanham nossa caminhada.

O 46º Encontro, assim como os anteriores, foi uma grande oportunidade de intimidade com DEUS e entre os participantes. Um precioso momento de contato com o Espírito Santo, tendo sido extremamente fraterno e enriquecedor.

Lembro a todos que, em continuidade à nossa caminhada, já marcamos os próximo encontros, todos no Convento Santíssima Trindade, localizado na Rua São Benedito, 2.146, em Santo Amaro:


- domingo, 02/06/13; às 15:00 horas, para o qual propomos a leitura das páginas 61 a 64 do aludido livro, bem como o trecho bíblico correspondente (Evangelho de João, capítulo 6); e


- domingo, 04/08/13; às 15:00 horas.

 
Novamente, aguardaremos com muito carinho todos aqueles que puderem estar conosco.
 
"Viva Deus Uno e Trino em nossos corações e nos corações de todas as pessoas !"

Vinicius. 





quinta-feira, 9 de maio de 2013

DOM HELDER E A MISSÃO !


ABORTO: Você mataria ?


Leia todo Salmo 139 antes de ler esse artigo
Aborto
Responda rápido

1- Um pregador e sua esposa são muito pobres. Eles já tem 14 filhos. A mulher acabou de descobrir que estava grávida, a espera do décimo quinto filho. Considerando a situação de extrema pobreza em que vivem e o excesso da população do mundo e a falta de alimentos você recomendaria aborto a este casal?
2- Nesse caso o pai tem pneumonia e a mãe, tuberculose. Dos quatro filhos que tiveram, o primeiro é cego, o segundo morreu, o terceiro é surdo e o quarto tem tuberculose. Ela está grávida do quinto filho, em face dessa situação extrema, você aconselharia um aborto?
3- Um homem branco estuprou uma mulher negra de apenas 13 anos de idade e ela ficou grávida. Se você fosse um dos seus pais insistiria no aborto?
4- Uma adolescente engravidou. Ela não é casada. O atual noivo da jovem não é o pai do Bebê, e ele se sente incomodado com tal situação. Nesse caso você recomendaria o aborto?

Parecem todos questionamentos difíceis não é mesmo? Somos tentados todos os dias a dar respostas afirmativas a estes questionamentos porém,....

No primeiro caso você teria recomendado a morte de John Wesley, o grande fundador da igreja metodista e um dos maiores pregadores do sec XIX.

No segundo caso você teria ajudado a assassinar o grande músico Beethoven.

No terceiro caso você mataria Ethel Waters grande cantor gospel negro americano.

Se tivesse respondido sim no quarto caso você teria sentenciado a morte o menino Jesus!

Deus é o autor da vida e concedeu a cada indivíduo um valor supremo. Portanto, cada vida – dentro ou fora do útero deve ser considerada por nós. Deus sabe os planos que tem para cada pessoa; ele escreveu em um livro todos os dias da sua e da minha vida, antes que cada um de nós existisse.

Quando presumimos sermos mais sábios do que Deus determinamos a vida e a morte de uma criança, estamos ocupando o lugar Dele e nos tornamos culpados também por idolatria.

Deus ilumine nossas mentes e afaste de nós esse mal.

OFERECER A OUTRA FACE


terça-feira, 7 de maio de 2013

Por que ninguém mais quer ser professor na escola pública?


Por que ninguém mais quer ser professor na escola publica?


O desinteresse dos alunos pelos estudos, aumento dos casos de indisciplina, violência e atos infracionais nas escolas preocupam os educadores. Além dos baixos salários e as más condições de trabalho, são as principais causas geradoras de angústia, insatisfação, medo, desestimulando-os ao exercício da profissão. Frase como, por exemplo: “os jovens de hoje não tem limites”, “não querem saber de nada”, “não estudam”, “são apáticos”, “sem educação”, tornaram-se comum. As escolas públicas são muito mais vulneráveis a esses problemas pelas suas características: plural, universalizada, composta por uma clientela heterogênea quanto à condição econômica, social e cultural.

A educação básica na escola pública vai mal. As universidades reclamam, dizem que os alunos que chegam as universidades tem informação, mas são incapazes de compreendê-las. De que será a culpa? Da escola? Dos educadores? Do Estado? Dos Jovens? A racionalidade nos indica que a culpa não é dos nossos jovens, afinal, eles não nasceram prontos, foram produzidos assim na configuração política e social em voga. Sabemos que desde que o “mundo é mundo” os jovens sempre manifestaram certa rebeldia. O que mudou foi à configuração da rebeldia. A indisciplina e a violência revelam-se cada vez mais cruel e perversa.

A indisciplina e a violência na escola é a reprodução da violência que ocorrem na sociedade. A escola não é desconectada da sociedade, faz parte dela. As condições políticas e sociais do país, má distribuição de renda, impunidade, corrupção, baixa escolaridade e de renda da maior parte da população são exemplos de problemas sociais que refletem na escola. Além disso, as mudanças sociais contemporâneas ocorridas no modelo de família refletem na formação dos jovens.  Atualmente os pais necessitam trabalhar, as crianças e adolescentes tem ficado cada vez mais aos cuidados de terceiros ou sós, numa fase da vida tão importante para a educação de valores indispensáveis à boa convivência humana. O pior é que, muitas vezes, a família não é referência. Esses problemas se agravam nas famílias de baixa renda, eles não podem pagar uma cuidadora capacitada ou colocar numa escola infantil de qualidade. Faltam vagas nas creches e de projetos alternativos que acolham essas crianças e adolescentes enquanto os pais trabalham.

Pois bem, esses jovens indisciplinados e violentos estão nas escolas, não é a maioria, mas são muitos. Não estão lá para estudar, estão ali porque a escola é um ambiente social deles ou porque são obrigados. No final dos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio os problemas se agravam. Aumentam à falta de respeito, alunos se recusam a fazer atividades e estudarem, atrapalham as aulas, brigas, xingamentos, palavrões, depredação do patrimônio público, bulling e ameaças são exemplos de ocorrências diárias no cotidiano das escolas. A figura do professor, que antes, e não faz muito tempo assim, talvez uns vinte ou trinta anos atrás, tinha a função de professar o conhecimento, hoje não é, mas assim. Hoje, ele tem que mediar conflitos, chamar atenção dos alunos, enfim, tentar primeiro manter a ordem para que a sala de aula tenha condições de fazer o que ele fazia antigamente.

 A questão é que manter a ordem da sala está cada vez mais difícil, os professore não obtém êxito. É humilhado, ameaçado e ofendido com palavrões. O bom aluno que tentar defender o professor e a ordem, também é ameaçado. Outros, menos violentos quando é chamado atenção, olham para o professor com “cara” de deboche e respondem: “tô suave”; “não dá nada não professora”. Ah! Vai me mandar para a diretoria? Vai chamar meus pais? Conselho Tutelar? Boletim de Ocorrência? Fica a vontade “fessora”. “Não dá nada não”. Suspensão? Que bom vou ficar uns dias em casa e ficar mais na internet, “na brisa”, vou curtir.

Os educadores trabalham em situações extremas de nervosismo, medo e angústia. Preparam aulas maravilhosas e não conseguem colocar em prática. Não é possível produzir se o ambiente e as condições não são favoráveis, o resultado é a baixa qualidade do ensino e não está pior porque muitos não desistem. A maioria é consciente de suas responsabilidades: transformar vidas, mudar a realidade caótica de muitas crianças e adolescentes, prepara-los para serem cidadãos críticos, conscientes, responsáveis e com uma formação moral e ética por uma sociedade melhor. O paradoxo é que eles são responsabilizados pelo fracasso e o insucesso escolar. Angústia dupla. Na hora de receber o salário, outra angústia.

Jovens, educadores e pais são vitimas do modelo educacional político social e histórico. A melhoria da qualidade da educação acontecerá na medida em que o país melhore a qualidade de vida da sua população, valorize a nossa cultura e desvincule do modelo de práticas curriculares eurocentrista, uniformizadora e colonizadora. Por enquanto, qualquer intervenção nas escolas é apenas um paliativo e isso não dispensa qualquer ação dos sistemas de ensino. Por exemplo, capacitar os educadores é muito importante, mas hoje não é esse o principal problema. O maior problema é tê-los. Ninguém quer ser professor com o salário que ganha e com as condições de trabalho vigente e se nada for feito a educação brasileira travará em breve.

Fonte: Luis Nassif Online e prioridadeeducaçao.blogspot.com