quarta-feira, 10 de abril de 2013
Educação e redução da maioridade penal.
Manifestações sobre maioridade penal tomam Avenida Paulista
Movimentos que pedem a redução da maioridade penal e aqueles que lutam pela manutenção da Lei dividiram espaço na Avenida Paulista, no sábado (06/03), para marcar posição e divulgar suas propostas.
Pela manhã, nas imediações da Rua Augusta, em um ato organizado por mais de 50 entidades, foram distribuídos panfletos nos quais são apresentadas “18 razões para a não redução da maioridade penal”, no qual se lê que o movimento acredita que o envolvimento dos jovens com o crime está associado à precariedade dos serviços públicos.
Pela manhã, nas imediações da Rua Augusta, em um ato organizado por mais de 50 entidades, foram distribuídos panfletos nos quais são apresentadas “18 razões para a não redução da maioridade penal”, no qual se lê que o movimento acredita que o envolvimento dos jovens com o crime está associado à precariedade dos serviços públicos.
“Para diminuir a violência, ao invés de reduzir a maioridade penal, é preciso colocar em prática diversas políticas públicas em diferentes campos”, disse Thaís Chita, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), uma das organizadoras da atividade.
À tarde, no vão do Masp, o grupo que pede a redução da maioridade penal, munidos de faixas e fotos de vítimas da violência cometida por adolescentes, coletava assinaturas dos pedestres para solicitar a realização de um plebiscito sobre o tema.
“Uma pesquisa aponta que 84% da população apoia a redução da maioridade penal. Com esse ato, queremos aprovar um plebiscito”, afirmou Elizabeth Metynoski, mãe de Giorgio Renan, assassinado em 2002, quando tinha 10 anos, por um colega de escola, que tinha 14 anos.
Educação é a solução
Ambos os grupos defendem a melhoria da educação e do sistema penitenciário como forma de reduzir a violência.
“O sistema carcerário está precário. Ele precisa promover a ressocialização. Além disso, é preciso trabalhar a educação das crianças. Não podemos ter uma só proposta”, defende a deputada federal Keiko Ota (PSB/SP), autora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 228/2012, que altera o art. 228 da Constituição Federal, reduzindo a idade prevista para imputabilidade penal para 16 anos.
“É preciso melhorar a qualidade da educação, ampliar o acesso e encontrar formas para reduzir a evasão escolar. Os índices de abandono escolar são maiores justamente entre os jovens negros, das classes menos favorecidas e moradores da periferia, justamente os que são mais envolvidos em delitos e sofrem com a ação de grupos de extermínio e o tráfico de drogas”, disse Celso dos Santos Junior, assessor da Pastoral da Juventude Estudantil do estado de São Paulo.
Para Rodrigo Medeiros, da ONG Ação Educativa, a discussão não está clara e a mídia trata o tema de forma superficial. “São utilizados casos isolados como se todos os adolescentes e jovens estivessem envolvidos com a violência e cometessem delitos. Mas, o número de adolescentes que cometem delitos não chega a 0,5% do total. Isso gera uma grande confusão que faz com que o tema seja tratado como caso de polícia. Na verdade é uma questão de políticas públicas de saúde, de educação, de cultura, esportes e lazer as quais os jovens já têm direito e não são cumpridas pelo Poder Público”, explicou.
(Fonte: prioridadeeducacao.blogspot.com)
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Reunião mensal do SEJUSP - Setor juventude da Arquidiocese de São Paulo; 06/04/13:
Foto: Lorenzo, Valesca, Vanessa, Vinicius (representando as MISSIONÁRIAS SERVAS DO ESPÍRITO SANTO) e a pequena Thábata, filha do Vinicius, da Fabrícia e MISSIONÁRIA MIRIM !
Agradecemos a todos pelo carinho e pela acolhida.
Projeto com jovens das Missionárias Servas do Espírito Santo
www.ssps.org.br
Foto: Lorenzo, Valesca, Vanessa, Vinicius (representando as MISSIONÁRIAS SERVAS DO ESPÍRITO SANTO) e a pequena Thábata, filha do Vinicius, da Fabrícia e MISSIONÁRIA MIRIM !
Agradecemos a todos pelo carinho e pela acolhida.
Projeto com jovens das Missionárias Servas do Espírito Santo
www.ssps.org.br
PARA REFLEXÃO...
O professor João é um homem de 70 anos de idade.
Ele é mais verdadeiramente JOVEM e VIVO do que muita gente que eu conheço. DENTRE OUTRAS COISAS, O QUE ABAIXO SEGUE VALE COMO TESTEMUNHO DE SER LIVRE PARA OPINAR, SEM PRECONCEITOS.
Segue abaixo uma reflexão que ele próprio publicou em seu perfil, no facebook.
Vamos ser livres para emitir nossas opiniões, de forma fundamentada, RESPEITOSA e sem preconceitos, pois estes podem vir de todos os lados, não só das formas mais comuns e convencionais que encontramos:
Segue abaixo minha manifestação LIVRE E RESPEITOSA diante do texto do professor João, que publiquei há pouco:
Ele é mais verdadeiramente JOVEM e VIVO do que muita gente que eu conheço. DENTRE OUTRAS COISAS, O QUE ABAIXO SEGUE VALE COMO TESTEMUNHO DE SER LIVRE PARA OPINAR, SEM PRECONCEITOS.
Segue abaixo uma reflexão que ele próprio publicou em seu perfil, no facebook.
Vamos ser livres para emitir nossas opiniões, de forma fundamentada, RESPEITOSA e sem preconceitos, pois estes podem vir de todos os lados, não só das formas mais comuns e convencionais que encontramos:
Segue abaixo minha manifestação LIVRE E RESPEITOSA diante do texto do professor João, que publiquei há pouco:
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Atenção ! Existem milhares nessa condição. Vamos fazer a nossa parte...
"...We can´t go on, pretending day by day
That someone, somewhere will soon make a change
We are all part, of God´s great big family
And the truth, you know, love is all we need..."
"...Não podemos continuar fingindo, dia após dia,
Que alguém, em algum lugar, mudará algo.
Todos nós somos parte da grande família de DEUS,
E a verdade, você sabe, é que o AMOR é tudo do que precisamos..."
That someone, somewhere will soon make a change
We are all part, of God´s great big family
And the truth, you know, love is all we need..."
"...Não podemos continuar fingindo, dia após dia,
Que alguém, em algum lugar, mudará algo.
Todos nós somos parte da grande família de DEUS,
E a verdade, você sabe, é que o AMOR é tudo do que precisamos..."
VÍDEO NO YOUTUBE:
DA DÚVIDA À FÉ !
DA
DÚVIDA À FÉ – Reflexão sobre o Evangelho do próximo domingo
O
homem moderno aprendeu a duvidar. É próprio do espírito dos nossos tempos
questionar tudo para progredir em conhecimento científico. Neste clima a fé
fica com frequência desacreditada. O ser humano caminha pela vida cheio de
incertezas e dúvidas.
Por
isso, todos nos sintonizamos sem dificuldade com a reação de Tomé, quando os
outros discípulos lhe comunicam que, estando ele ausente, tiveram uma
experiência surpreendente: “Temos visto o Senhor”. Tomé poderia ser
um homem dos nossos dias. A sua resposta é clara: “Se não o vejo…não
creio”.
A
sua atitude é compreensível. Tomé não diz que os seus companheiros estão a
mentir ou que estão enganados. Apenas afirma que o seu testemunho não lhe basta
para aderir à sua fé. Ele necessita viver a sua própria experiência. E Jesus
não o recriminará em nenhum momento.
Tomé
pode expressar as suas dúvidas dentro do grupo de discípulos. Ao que parece,
não se escandalizaram. Não o expulsam para fora do grupo. Tampouco eles
acreditaram nas mulheres quando lhes anunciaram que viram Jesus ressuscitado. O
episódio de Tomé deixa antever o longo caminho que tiveram que percorrer no
pequeno grupo de discípulos até chegar à fé em Cristo ressuscitado.
As
comunidades cristãs deveriam ser nos nossos dias um espaço de diálogo onde poderíamos
partilhar honestamente as dúvidas, as interrogações e as dos crentes de hoje.
Nem todos vivemos no nosso interior a mesma experiência. Para crescer na fé
necessitamos do estímulo e o diálogo com outros que partilham a nossa mesma
inquietação.
Mas
nada pode substituir a experiência de um contato pessoal com Cristo no fundo da
própria consciência. Segundo o relato evangélico, aos oito dias apresenta-se de
novo Jesus. Não critica a Tomé as suas dúvidas. A sua resistência em acreditar
revela a sua honestidade. Jesus mostra-lhe as Suas feridas.
Não
são “provas” da ressurreição, mas “sinais” do Seu amor e entrega até à morte.
Por isso, o convida a aprofundar as suas dúvidas com confiança: “Não
sejas incrédulo, mas crente”. Tomé renuncia a verificar mais nada. Já não
sente necessidade de provas. Só sabe que Jesus o ama e o convida a confiar:“Senhor
meu e Deus meu”.
Um
dia nós cristãos, descobriremos que muitas das nossas dúvidas, vividas de forma
sã, sem perder o contato com Jesus e a comunidade, nos pode resgatar de uma fé
superficial que se contenta em repetir fórmulas, para estimular-nos a crescer
em amor e em confiança em Jesus, esse Mistério de Deus encarnado que constitui
o núcleo da nossa fé.
José Antonio Pagola
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